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Diogo Kammers

Ferramenta gratuita · Sem IA

Gerador de Personas Grátis

Monte a ficha da persona do seu cliente em minutos: objetivo, frustração com atendimento, canal preferido, quem decide a compra, e o que sua empresa vende (oferta e ticket médio). Escolha entre a versão simplificada ou a robusta, e preencha quantos campos avançados opcionais quiser (região, número de clientes, canal de venda, ciclo de decisão, ferramenta de CRM, perfil comportamental) para destravar mais cruzamentos de dado real. Ao clicar em Gerar Persona, o resultado vem com dado real do setor escolhido, um checklist de recomendação de atendimento da metodologia DNACX, e, quando o texto que você escreveu tem sinal forte o bastante, uma hipótese sintética que muda conforme o cenário descrito. Sem IA na montagem, sem cadastro para ver o resultado.

Etapa 1 de 2

Sua empresa

Etapa 2 de 2

A persona

Perguntas frequentes

O gerador de persona usa inteligência artificial?
Na ficha em si, não: as respostas que você preenche são organizadas exatamente como escritas, sem nenhuma chamada a modelo de linguagem em tempo real. O único bloco que vem de IA é a hipótese sintética opcional: ela muda conforme a frustração, o objetivo, o canal e o tipo de oferta que você descreve (o cenário simulado e a persona sintética variam com essas respostas), mas sempre marcada na tela como hipótese que precisa de validação, nunca como fato sobre o seu cliente. Quando o texto escrito não tem uma palavra-chave clara o bastante para escolher um cenário com confiança, a ficha não força uma hipótese: mostra um convite para simular direto na ferramenta com mais detalhe.
Preciso deixar e-mail para ver a persona?
Não. Depois de preencher os campos da etapa 2, clique em "Gerar Persona" para montar a ficha na tela, sem cadastro. O e-mail só é pedido se você quiser baixar a ficha em PDF.
Por que os campos mudam conforme o porte da empresa?
Empresas maiores costumam ter comitês de compra e estruturas de suporte mais complexas, então têm mais o que descrever. Empresas menores preenchem rápido e saem com algo útil. A partir de 201 colaboradores, o formulário dá lugar a uma explicação de por que uma persona autopreenchida não é suficiente nesse porte.
De onde vem o dado real que aparece junto da persona?
A taxa de resolução de reclamação vem do Consumidor.gov (mesma base de reclamacao-por-cliente); o salário de quem atende vem do RAIS/CAGED (mesma base de panorama-salarial-atendimento, e por estado quando você informa a região). Para bancos, telecom e planos de saúde, informar o número de clientes ativos também traz uma referência de volume de reclamação esperado para o setor (nunca uma previsão da sua empresa). Todos já eram publicados em páginas próprias do site; aqui aparecem recortados pelo que você escolheu, sempre com link para a fonte completa. Setor sem recorte específico não recebe número forçado.
Para que servem os campos avançados opcionais (região, clientes, canal de venda, CRM, perfil comportamental)?
Cada um destrava um cruzamento a mais, sem tornar nada obrigatório: região refina o salário para o estado da sua empresa; número de clientes ativos traz a referência de volume de reclamação do setor (só para bancos, telecom e planos de saúde, onde existe base para isso); ciclo de decisão refina a recomendação de atendimento; ferramenta de CRM atual, quando é "nenhuma" ou "planilha", mostra um link para o Diagnóstico de Maturidade em CX; e perfil comportamental ajuda a escolher, entre as 5 personas sintéticas do dataset, a que tem o traço mais parecido com o que você descreveu, em vez de uma escolha só por hash de texto.
Por que pedem o tipo de oferta, o ticket médio e quem decide a compra?
Porque mudam a interpretação, não só o texto que aparece na ficha. O tipo de oferta ajuda a escolher qual hipótese sintética simular (assinatura sofre mais com reajuste de preço; produto físico e projeto sofrem mais com prazo de entrega, por exemplo). O ticket médio e quem decide a compra alimentam uma recomendação de atendimento (self-service, misto ou consultivo) baseada na metodologia DNACX, sempre identificada como recomendação, nunca como dado medido.
O que sua empresa vende e o ticket médio são dados da persona?
Não. São dados da SUA empresa (quem está mapeando a persona), coletados junto de setor e porte na Etapa 1, junto com sub-categoria de SaaS, canal de venda, região e número de clientes quando informados nos campos avançados. A persona é sempre quem compra, nunca quem vende: a ficha e o PDF deixam isso escrito explicitamente para não confundir.
Por que a ferramenta pede o tipo de SaaS quando a oferta é software?
Porque "vende SaaS" sozinho é vago demais: vendas/CRM, marketing, financeiro, RH, ERP, atendimento, produto e jurídico têm ciclos e objeções bem diferentes entre si. O campo só aparece quando a oferta escolhida é "Software / assinatura (SaaS)" e entra na ficha e no PDF como detalhe da sua empresa.
Qual a diferença entre a persona simplificada e a robusta?
A simplificada pede 5 campos e monta uma ficha enxuta. A robusta soma 3 campos validados contra a anatomia de geradores de persona avançados de mercado (maior objeção antes de comprar, o que dispara a busca por uma solução, e como o sucesso é medido para essa persona). A objeção e o gatilho de compra entram de verdade na escolha do cenário sintético simulado, não são só texto a mais; o critério de sucesso completa a ficha e o PDF, para dar contexto extra a quem for usar a persona.