Diogo Kammers

Leitura gratuita da sua operação

Índice de Saúde de Receita

Ferramenta gratuita que lê churn, CAC, ticket e margem juntos e mostra o teto de crescimento da sua base, quanto da aquisição só repõe cliente e o que trava a operação.

Passo 1 de 3

Preencha com os números da sua operação

São sete números que você já conhece. Se não tiver algum na ponta da língua, use uma estimativa: o resultado muda junto e você vê o efeito na hora.

Estes números são um exemplo. Servem para você ver como a leitura funciona. Troque pelos seus, ou limpe tudo de uma vez.

Ritmo de saída: informe o que você souber

O que este número já diz

Isso equivale a 12,5 meses de permanência média.

Sem cadastro. O resultado abre logo abaixo.

Definição

O Índice de Saúde de Receita lê em conjunto os números que uma operação de receita recorrente já conhece separadamente. Churn, ticket, margem, CAC e ritmo de aquisição costumam ser acompanhados em telas diferentes, e é no cruzamento deles que aparecem as leituras que ninguém calcula na planilha: em quantos clientes a base para de crescer, quanto tempo o cliente médio realmente fica, se o custo de aquisição volta antes de o cliente ir embora, e que fatia do orçamento de aquisição serve apenas para repor quem saiu. Não é uma nota de 0 a 100: é um conjunto de contas fechadas mais o nome da restrição que está travando a operação.

Fórmula

Permanência média (meses) = 1 / churn mensal
Teto da base (clientes) = clientes novos por mês / churn mensal
LTV = ticket × margem bruta × permanência
Payback (meses) = CAC / (ticket × margem bruta)
Custo anual de reposição = churn mensal × base × CAC × 12

Como calcular

Informe o setor, o porte, os clientes ativos, o ticket médio mensal, a margem bruta, o CAC e quantos clientes novos entram por mês. Depois escolha o lado do ritmo de saída que você conhece melhor: o churn mensal ou a permanência média em meses. Um é o inverso do outro, então a ferramenta calcula e mostra o que faltou em vez de pedir os dois, o que permitiria descrever uma empresa impossível. A leitura sai na hora, sem cadastro, com as premissas declaradas ao lado de cada conta.

Exemplos práticos

  • Onde a base para de crescer

    Clientes novos por mês
    100
    Churn mensal
    8%
    Teto da base
    1.250 clientes
    Resultado
    1.250
  • Quanto da aquisição apenas repõe quem saiu

    Base atual
    500 clientes
    Saem por mês
    40 clientes
    Fatia dos 100 novos
    40%
    Resultado
    40
  • Quanto tempo o cliente médio fica, de verdade

    Churn mensal
    8%
    Permanência implícita
    12,5 meses
    Resultado
    12,5

Erros comuns

  • Informar churn e permanência como se fossem números independentes: um é o inverso do outro, e a combinação errada descreve uma empresa que não existe.
  • Calcular LTV sobre a receita em vez da margem bruta, o que infla o valor do cliente e faz a relação com o CAC parecer melhor do que é.
  • Olhar o churn sem o ritmo de aquisição: é a razão entre os dois que define o tamanho máximo da base, e não cada um isolado.
  • Tratar a perda anual como doze vezes a mensal sem declarar que isso assume base estável, com as saídas repostas por novas vendas.
  • Comparar o próprio resultado com benchmark de mercado sem saber a procedência do número usado como referência.

FAQ

O que é o teto de crescimento da base?
É o tamanho em que as saídas empatam com as entradas. Com churn mensal constante e um número constante de clientes novos por mês, a base converge para clientes novos dividido pelo churn, e não passa disso por mais tempo que a operação rode com os mesmos parâmetros. Uma operação que traz 100 clientes por mês com 8% de churn estaciona em 1.250 clientes.
Por que a ferramenta pede churn ou permanência, e não os dois?
Porque são o mesmo número visto de dois lados: a permanência média é 1 dividido pelo churn mensal. Aceitar os dois como campos livres permitiria informar 8% de churn e 40 meses de permanência ao mesmo tempo, que é impossível. Você informa o que conhece melhor e a ferramenta mostra o outro.
Por que não existe uma nota de 0 a 100?
Porque uma nota composta exige decidir onde fica o zero e onde fica o cem de cada componente, além de um peso entre eles, e nenhuma dessas decisões teria procedência. Um número assim também não tem desfecho no mundo contra o qual ser conferido. O que a ferramenta entrega são contas fechadas, que qualquer pessoa refaz à mão, mais o nome da restrição que aparece nelas.
O que acontece se eu não souber a receita de expansão?
Nada é penalizado. O componente sai da leitura e a cobertura do resultado cai, e a tela diz quanto ficou de fora. Falta de dado reduz cobertura, nunca vira nota baixa.
De onde vêm os cortes de LTV/CAC e de payback?
Dos limiares que já estavam em uso nas calculadoras do site, agora reunidos num arquivo único com a origem declarada em cada faixa. Onde não existe fonte externa citada, a ferramenta diz que é calibração própria da DNACX em vez de sugerir um estudo que não existe.
Meus dados ficam guardados?
Os números da simulação são guardados de forma anônima, sem nome, sem empresa e sem e-mail, para permitir que um dia exista comparação por setor e porte com base real. Nenhum contato é pedido para ver o resultado.

Conteúdos relacionados