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Diogo Kammers

Análise DNACX

Reclamação no Consumidor.gov resolve?

Quando alguém reclama de um banco no canal do governo, com que frequência sai de lá dizendo que o problema foi resolvido. E se isso mudou.

· · Fontes públicas, e a apuração pode ser refeita pelos passos descritos abaixo.

A resposta

Cada vez menos. De março de 2024 a março de 2025, sem julho de 2024, 41,2% das reclamações bancárias avaliadas terminaram com o consumidor dizendo que o problema foi resolvido, contra 52,1% da média de todos os setores. Em julho de 2016 o setor chegou a 58,2%, e em março de 2025 marcou 34,9%, o menor da série do acervo antigo. Pelo índice oficial do Consumidor.gov, que conta como resolvida a reclamação que o consumidor não avaliou, os bancos ficam em 84,6% de agosto de 2024 a março de 2025.

Dez anos de queda, e a distância que não fecha

201420162018202020222024202630%40%50%60%70%80%todos os setoresbancos
Fatia das reclamações avaliadas em que o consumidor declarou o problema resolvido, mês a mês. A linha de baixo é o segmento de bancos, financeiras e administradoras de cartão; a de cima é a média de todos os setores. No último mês da série, 34,9% contra 45,8%. Os cortes nas linhas são meses sem dado na fonte, e não queda a zero.

Série do acervo antigo, até março de 2025; a janela mais recente está em Três números, a mesma base.

As duas linhas descem, então parte disso é do país e não do setor. O que separa banco é a distância entre elas: ela aparece já em 2015 e nunca mais some. Em nenhum ano da série o setor financeiro resolveu mais que a média nacional.

Do pico ao fundo são 23,3 pontos, de 58,2% em julho de 2016 para 34,9% em março de 2025. Na prática, entre os clientes que avaliaram o desfecho, a chance de declarar o problema resolvido caiu de pouco mais de uma em duas para pouco mais de uma em três.

Depois de março de 2025 a série daqui não chega, e os arquivos mensais do Consumidor.gov (outra origem, fora da série e do gráfico desta página) mostram o setor financeiro abaixo desse fundo: nos 12 meses de julho de 2025 a junho de 2026, 26,2% das 372.185 reclamações avaliadas terminaram resolvidas, contra 38,7% de todos os setores na mesma janela. A conta é a mesma. Quem cita o fundo de 34,9% como o pior momento do setor está citando a série antiga.

A ordem dos setores contraria a fama deles

A mesma reclamação finalizada pode ser contada de três jeitos, e cada um responde uma pergunta diferente. A ordem entre os setores muda pouco; o nível muda muito.

Reclamações finalizadas no Consumidor.gov, de agosto de 2024 a março de 2025. Canceladas e encerradas ficam fora, como na regra oficial.
SetorResolvidas / avaliadas (DNACX)Resolvidas / finalizadasÍndice oficialFinalizadas
telecomunicações76,2%34,0%89,3%123.868
companhias aéreas70,5%35,0%85,4%61.034
energia elétrica61,0%25,3%83,8%37.829
todos os setores51,0%17,8%82,9%1.063.460
bancos, financeiras e cartão39,6%10,1%84,6%384.795
planos de saúde37,6%12,4%79,5%21.391
Resolvidas / avaliadas, a conta desta página
Reclamações que o consumidor declarou resolvidas, divididas pelas que ele avaliou como resolvidas ou não resolvidas. A finalizada sem avaliação fica fora dos dois lados. Responde: quando o cliente se deu ao trabalho de julgar, o que ele disse?
Resolvidas / finalizadas
As mesmas resolvidas, divididas por todas as finalizadas. A não avaliada pesa como não resolvida. É o piso: só conta o que o cliente confirmou.
Índice oficial (Índice de Solução)
A conta que o Consumidor.gov publica: resolvidas mais não avaliadas, divididas pelo total de finalizadas. A não avaliada pesa como resolvida. É o teto, e é o número que aparece nos indicadores da plataforma e no boletim anual da Senacon.

A distância entre o piso e o teto é o tamanho do silêncio: em bancos, 74,5% das reclamações finalizadas terminaram sem avaliação do consumidor. Esta página usa a conta do meio porque ela não precisa adivinhar o que pensa quem não respondeu.

Por que a tabela começa em agosto de 2024. A fatia de finalizadas sem avaliação ficava entre 52,5% e 53,2% antes de maio de 2024, despencou para 33% em maio de 2024 e 0% em junho de 2024, e voltou a ficar entre 62,1% e 68,7% de agosto em diante. Julho de 2024 não tem arquivo no acervo. As avaliadas seguiram no patamar de sempre e só as não avaliadas sumiram: no arquivo antigo faltam as não avaliadas de 11/05 a 30/06/2024; na publicação oficial refeita, faltam de 11 a 22/05 e de 2 a 21/07/2024. A quebra quase não afeta a conta da DNACX, que ignora as não avaliadas, mas distorce as duas que dividem por finalizadas. Por isso os três recortes usam só os meses depois da quebra, e o comparativo de doze meses do resto da página continua valendo para resolvidas sobre avaliadas.

Telecomunicações, o setor que costuma aparecer como vilão de atendimento, resolve 1,9 vezes mais que banco. Vale dizer o que isso não significa: resolver bem não é o mesmo que gerar pouca reclamação. Um setor pode ser acionado muito e responder bem, e é exatamente o caso de telecom nesta base.

E essa ordem não é fixa: energia trocou de lugar

A tabela acima é uma fotografia. A série mostra que a posição de cada setor muda, e uma delas muda muito.

Resolução declarada, por ano e por setor, na série do acervo antigo, até março de 2025. Anos com menos de 500 reclamações avaliadas no setor ficam de fora, porque ali a taxa é ruído.
Anobancostelecomenergiasaúdeaéreas
201458,0%65,1%sem dadosem dadosem dado
201551,9%73,4%22,9%44,6%57,2%
201655,8%79,5%21,1%49,4%52,8%
201754,6%83,0%23,3%51,0%42,8%
201853,2%85,2%26,1%53,0%53,1%
201950,0%85,1%23,4%47,2%48,8%
202049,3%83,4%25,3%51,0%67,2%
202147,3%79,6%33,5%53,3%60,7%
202246,3%74,9%45,9%52,1%54,8%
202342,8%80,0%56,4%46,1%69,7%
202443,1%79,1%61,8%38,4%74,2%
2025 (jan a mar)37,2%72,6%55,9%35,6%64,8%

Energia é a história desta tabela. Em 2016 resolvia 21,1%, o pior número de qualquer setor em qualquer ano aqui, e chegou a 61,8% em 2024. Saiu do último lugar e passou banco, que é a única troca de posição realmente grande da tabela.

Banco vai na direção contrária, e é o único cuja curva quase só desce: de 55,8% em 2016, caiu em 8 dos 9 anos seguintes. Plano de saúde subiu até 53,3% em 2021 e caiu para o último lugar depois.

Telecom lidera em todos os 12 anos, sem exceção. Isso não quer dizer curva estável: dentro da liderança ela vai de 65,1% a 85,2%.

O que a tabela desmonta é a leitura de que setor tem um jeito de ser. Energia e plano de saúde trocaram de lugar na fila ao longo da série, e nenhum dos dois avisou antes.

Dentro do setor, a média esconde 60 pontos de diferença

Os 81 grupos financeiros deste estudo, ordenados por quanto resolvem. Esta tabela usa a janela do estudo, julho de 2025 a junho de 2026, que é posterior à da série acima, então os dois números não se comparam diretamente.

A distância entre as pontas é o que interessa: de 60,3% a 10,3%, com mediana de 31,8%. 34 dos 81 resolvem menos de 30% do que o cliente avalia.

Os oito com maior base de clientes, que é onde está a maior parte das pessoas
GrupoResolvidasClientes
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL37,7%158.125.178
NU PAGAMENTOS15,2%113.377.624
BRADESCO23,1%110.443.293
ITAU26,1%100.285.067
BB28,7%82.489.048
SANTANDER20,4%71.160.718
MERCADO PAGO IP39,0%70.051.630
PICPAY20,6%67.905.021

6 dos oito maiores ficam abaixo da mediana do próprio setor. Ou seja, a chance de o problema ser resolvido é menor justamente onde está a maior parte dos correntistas do país. O ranking completo dos 81, ordenado por reclamação a cada cliente, está na página do setor financeiro.

O segundo canal, e onde ele concorda

Uma objeção justa é que o Consumidor.gov pode estar medindo um recorte torto do problema. O setor financeiro é o único do estudo em que existe um segundo canal oficial para conferir: o ranking de reclamações do Banco Central, que publica quantas reclamações ele analisou e julgou procedentes.

São medidas diferentes e não se somam. Uma é o veredito do regulador sobre a queixa; a outra é o veredito do cliente sobre o desfecho. Mesmo assim, de 2021 para cá, as duas caem juntas.

Só trimestres com os três meses presentes nos dois lados
TrimestreProcedentes, Banco CentralResolvidas, consumidor
2021-0349,4%50,2%
2021-0645,4%48,0%
2021-0940,2%46,6%
2022-0341,2%45,5%
2023-0339,4%44,6%
2023-0637,9%42,4%
2023-1235,7%43,0%
2024-0335,7%43,9%
2024-1230,7%39,2%
2025-0329,7%37,2%

Nos níveis, as duas colunas andam juntas com correlação de 0,965 em 10 trimestres. Antes de 2021 o sinal era o oposto: quanto mais reclamação o regulador julgava procedente, menos o cliente declarava resolvido, que é o que se espera de duas medidas da mesma qualidade.

O que esse número não autoriza dizer

As duas séries são quase só tendência: contra o tempo, a do Banco Central dá -0,969 e a do consumidor -0,950. Duas curvas que só descem correlacionam alto mesmo sem relação entre si.

O teste que separa as duas coisas é correlacionar as variações de um trimestre para o outro, em vez dos níveis. Feito isso, sobra 0,544 com t de 1,72 em 9 pontos, que não alcança o limiar usual.

Então o que está medido é que as duas caíram juntas ao longo de cinco anos e que antes de 2021 não caíam. O que não está medido é que o solavanco de um trimestre num canal apareça no outro. E nada aqui separa as três leituras possíveis da queda de procedência: os bancos melhoraram, o regulador mudou o que considera procedente, ou a mistura de reclamações mudou.

Como medir isso na sua empresa

A conta é curta, e a decisão difícil vem antes dela: escolher o que entra no denominador.

  1. 1. Separe as avaliadas das finalizadas. Só entra na conta o caso em que o cliente disse se ficou resolvido. Caso encerrado sem resposta dele fica de fora dos dois lados da fração. Somar essas ao denominador derruba a sua taxa por um motivo que não é atendimento, e somá-las às resolvidas, como faz o índice oficial do Consumidor.gov, infla a taxa pelo mesmo motivo. Se for comparar com um número publicado, confira antes qual das contas ele usa.
  2. 2. Divida e multiplique por 100. Resolvidas dividido por avaliadas. É uma porcentagem, não depende do tamanho da base, e por isso serve para comparar com a tabela acima.
  3. 3. Repita mês a mês, não uma vez. O número isolado diz pouco. A série é que mostra se a sua curva acompanha a do setor ou se descolou dela, e é a comparação que carrega informação.

Um cuidado que vale mais que a conta: esta medida só enxerga quem reclamou por um canal externo. Ela não mede a satisfação de quem nunca precisou acionar ninguém, e não substitui pesquisa com a base inteira.

Como a conta foi feita

A fonte é a base completa do Consumidor.gov.br, lida linha a linha de maio de 2014 a março de 2025. No segmento de bancos, financeiras e administradoras de cartão são 865.508 reclamações avaliadas em 118 meses, das quais 47,2% terminaram resolvidas na conta agregada de toda a série.

A taxa de cada mês é a razão dos agregados, e não a média das taxas: mês pequeno não pesa igual a mês grande. A do trimestre segue a mesma regra, e por isso trimestre com mês faltando ficou de fora da tabela dos dois canais em vez de entrar com peso errado.

O lado do Banco Central vem do Ranking de Instituições por Índice de Reclamações, no portal de dados abertos, somando as instituições de cada trimestre. O Banco Central publica esse ranking sob a licença ODbL, que vale para os números dele reproduzidos aqui.

Correção de 25 de setembro de 2026

Até esta data, a página afirmava que o indicador oficial também deixa a reclamação não avaliada fora dos dois lados da fração. Estava errado. O Índice de Solução do Consumidor.gov soma as finalizadas não avaliadas às resolvidas e divide pelo total de finalizadas, conforme o item 18 da página de perguntas frequentes da plataforma. A conta desta página continua a mesma, resolvidas sobre avaliadas, e agora aparece ao lado das outras duas, de agosto de 2024 a março de 2025, depois da quebra de 2024 (no arquivo antigo faltam as não avaliadas de 11/05 a 30/06/2024; na publicação oficial refeita, faltam de 11 a 22/05 e de 2 a 21/07/2024). A página também dizia "últimos doze meses", e a janela real do comparativo vai de março de 2024 a março de 2025, sem julho de 2024.

Os buracos da série, que não estão escondidos

Série do acervo antigo, até março de 2025; a janela mais recente está em Três números, a mesma base, a partir dos arquivos mensais de reclamações finalizadas que o consumidor.gov.br publica na aba Dados Abertos.

De janeiro a julho de 2020 a fonte não publica a coluna de segmento de mercado, que só aparece a partir de agosto de 2020: esses sete meses não existem em nenhuma série setorial. Captura truncada no Internet Archive, excluída: 2021-10. Sem cobertura no arquivo: 2022-08, 2022-10, 2022-11, 2023-09, 2024-07, 2025-04, e de 2025-05 em diante.

É por isso que o gráfico tem cortes: onde não há dado, a linha para. Ligar os pontos por cima do buraco desenharia um trecho que ninguém mediu.

Uma dificuldade que vale declarar, porque muda a confiança no que dá para refazer: a distribuição oficial da base saiu do ar durante esta apuração. O host dos arquivos deixou de resolver e o catálogo do governo marca os recursos como indisponíveis. A leitura foi feita sobre as cópias preservadas no Internet Archive, e a série derivada ficou versionada no repositório justamente para não depender de um endereço que hoje não responde.

A validação que autorizou usar o recorte por setor: a série de todos os setores, recalculada aqui do zero, reproduz mês a mês a que este estudo já publicava, em 113 dos 118 meses comparáveis. Andar junto não prova causa, e nada nesta página autoriza afirmar que uma medida cause a outra.

A série inteira, para baixar

Os 118 meses dos cinco setores e do total, com resolvidas, avaliadas e taxa em cada um. Licença CC BY 4.0: pode republicar citando a fonte.

Ano a ano

AnoBancosTodos os setoresDistância
201458,0%61,1%-3,1
201551,9%63,0%-11,1
201655,8%66,2%-10,4
201754,6%67,3%-12,7
201853,2%67,7%-14,5
201950,0%65,4%-15,4
202049,3%58,0%-8,7
202147,3%56,5%-9,2
202246,3%54,4%-8,1
202342,8%52,8%-10,0
202443,1%53,8%-10,7
2025 (jan a mar)37,2%47,2%-10,0

2020 cobre apenas de agosto em diante, e 2025 apenas o primeiro trimestre, pelos motivos declarados acima.

Perguntas frequentes

Reclamação no Consumidor.gov resolve?

Menos que a média do país, e cada vez menos. De março de 2024 a março de 2025, sem julho de 2024, 41,2% das reclamações de bancos, financeiras e administradoras de cartão terminaram resolvidas na avaliação de quem reclamou, contra 52,1% do conjunto dos setores. A fatia cai desde 2016, quando era 58,2%.

Qual setor mais resolve reclamação no Brasil?

Entre os cinco setores medidos aqui, telecomunicações lidera com 77,4% de março de 2024 a março de 2025, sem julho de 2024, seguido de perto pelas companhias aéreas. Banco aparece em penúltimo, e o último lugar fica com planos de saúde, com 37,4%. A ordem contraria a fama dos setores: telecomunicações resolve quase o dobro do que banco resolve.

O que conta como reclamação resolvida nesta conta?

A reclamação em que o próprio consumidor, ao fechar o caso no Consumidor.gov, declarou que o problema foi resolvido. A DNACX divide as resolvidas pelas avaliadas, então a reclamação finalizada sem avaliação fica fora dos dois lados. O índice oficial do Consumidor.gov faz outra conta: soma as não avaliadas às resolvidas e divide pelo total de finalizadas. Na conta da DNACX, só entra o que o cliente julgou, e não o que o regulador ou a empresa dizem.

Por que o Consumidor.gov diz que resolve mais de 80% das reclamações?

Porque o Índice de Solução oficial conta como resolvida a reclamação que o consumidor não avaliou, e essas são a maioria das finalizadas. De agosto de 2024 a março de 2025, esse índice dá 82,9% para o conjunto dos setores e 84,6% para bancos. Contando só quem avaliou, as mesmas reclamações dão 51,0% e 39,6%. O Boletim Consumidor.gov.br 2025, da Senacon, publica 81,43% como índice médio de solução das empresas no ano de 2025 inteiro, período que a base aberta usada aqui só cobre até março.

Essa queda é do setor financeiro ou do país inteiro?

Das duas, em medidas diferentes. A média de todos os setores também caiu no período. O que separa banco é a distância: ela existe desde 2015 e hoje está em 10,9 pontos. De março de 2024 a março de 2025, sem julho de 2024, banco resolveu 41,2% e o conjunto 52,1%.

O Banco Central mede a mesma coisa?

Mede outra coisa, pelo mesmo assunto. O ranking do Banco Central publica quantas reclamações ele analisou e julgou procedentes, ou seja, o veredito do regulador sobre a queixa. O Consumidor.gov publica o veredito do cliente sobre o desfecho. As duas medidas caíram juntas desde 2021, e antes disso andavam em direções opostas.

Onde continuar

Esta página mede o setor no tempo. Para comparar instituições entre si, o ranking dos 76 grupos financeiros por reclamação a cada cliente está em qual banco recebe mais reclamação por cliente.

Para calcular o índice da sua própria empresa, com passo a passo e ferramenta, veja a calculadora de reclamação por cliente. O método e as 183 empresas estão na página do estudo.

Quem atende bem no BrasilO método e as 183 empresasQual banco recebe mais reclamação por cliente?FinanceiroQual companhia aérea atende pior no Brasil?AéreoQual plano de saúde resolve mais reclamações?SaúdeQual operadora de internet e telefone tem mais reclamação?TelecomQual distribuidora de energia atende pior?EnergiaRaio-X do Setor: busque sua empresa entre as 183 medidasBusca · resultado por empresaIASC da ANEEL: quem tem mais reclamação tem nota pior?Energia · o índice da ANEELA nota da ANS mostra qual plano de saúde é melhor?Saúde · a nota do reguladorTrês números, a mesma base: quanto o Consumidor.gov resolveÍndice oficial · o tema do STJO índice que o decreto do SAC prometeuDecreto do SAC · os cinco parâmetrosQual companhia aérea mais atrasa no Brasil?Aéreo · pontualidade e reclamaçãoQual a melhor operadora de celular?Celular · nota e reclamaçãoComo calcular o índice de reclamação da sua empresaCalculadora gratuitaQual concessionária de água mais reclamação recebe no Brasil?Saneamento · SNIS e Consumidor.govResponder rápido resolve mais reclamação no Brasil?12 setores · Consumidor.gov e AnatelBanco que cobra mais tarifa recebe mais reclamação?Bancos · tarifa e reclamação do BacenComércio eletrônico resolve mais ou menos que a média?E-commerce · Consumidor.gov, sem ranking por empresaReclamações da Black Friday chegam em dezembroE-commerce · por semana até 2024, por mês até 2025Banda larga fixa resolve mais reclamação que celular?Anatel · os quatro serviços lado a ladoOnde reclamar de companhia aérea: Anac Passageiro ou Consumidor.gov?Aéreas · os dois canais e o volume mensalViagem e turismo resolvem menos reclamação que a média dos setores?Viagem e turismo · um pouco abaixo da médiaReclamação contra escola e faculdade resolve menos que a média?Ensino · Consumidor.gov, sem ranking por empresaReclamação contra seguradora resolve menos que a média?Seguros, capitalização e previdência · sem ranking por empresa